{"id":182,"date":"2026-07-19T07:15:45","date_gmt":"2026-07-19T07:15:45","guid":{"rendered":"https:\/\/hacon.tech\/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/"},"modified":"2026-07-20T11:37:14","modified_gmt":"2026-07-20T11:37:14","slug":"limitacao-de-potencia-por-setpoint","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hacon.tech/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/","title":{"rendered":"Limita\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia por setpoint na GD"},"content":{"rendered":"<p>Um parecer de acesso com restri\u00e7\u00e3o de inje\u00e7\u00e3o n\u00e3o precisa encerrar um projeto solar. Em muitos casos, a sa\u00edda tecnicamente correta \u00e9 aplicar a <strong>limita\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia por setpoint<\/strong> no ponto de conex\u00e3o: a usina continua gerando para atender a carga local, mas reduz a produ\u00e7\u00e3o quando a exporta\u00e7\u00e3o atinge o limite autorizado pela distribuidora.<\/p>\n<p>O desafio n\u00e3o est\u00e1 em simplesmente limitar inversores. Est\u00e1 em provar, em opera\u00e7\u00e3o real, que a pot\u00eancia exportada permanecer\u00e1 dentro do valor contratado ou homologado, mesmo quando a carga da unidade variar rapidamente. Para isso, a arquitetura de controle precisa medir no ponto certo, comunicar-se com todos os inversores e responder em tempo compat\u00edvel com a din\u00e2mica da rede.<\/p>\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_85 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-grey ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\">\n<p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">Conte\u00fado<\/p>\n<span class=\"ez-toc-title-toggle\"><a href=\"#\" class=\"ez-toc-pull-right ez-toc-btn ez-toc-btn-xs ez-toc-btn-default ez-toc-toggle\" aria-label=\"Alternar tabela de conte\u00fado\"><span class=\"ez-toc-js-icon-con\"><span class=\"\"><span class=\"eztoc-hide\" style=\"display:none;\">Toggle<\/span><span class=\"ez-toc-icon-toggle-span\"><svg style=\"fill: #999;color:#999\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" class=\"list-377408\" width=\"20px\" height=\"20px\" viewBox=\"0 0 24 24\" fill=\"none\"><path d=\"M6 6H4v2h2V6zm14 0H8v2h12V6zM4 11h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2zM4 16h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2z\" fill=\"currentColor\"><\/path><\/svg><svg style=\"fill: #999;color:#999\" class=\"arrow-unsorted-368013\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"10px\" height=\"10px\" viewBox=\"0 0 24 24\" version=\"1.2\" baseProfile=\"tiny\"><path d=\"M18.2 9.3l-6.2-6.3-6.2 6.3c-.2.2-.3.4-.3.7s.1.5.3.7c.2.2.4.3.7.3h11c.3 0 .5-.1.7-.3.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7zM5.8 14.7l6.2 6.3 6.2-6.3c.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7c-.2-.2-.4-.3-.7-.3h-11c-.3 0-.5.1-.7.3-.2.2-.3.5-.3.7s.1.5.3.7z\"\/><\/svg><\/span><\/span><\/span><\/a><\/span><\/div>\n<nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/hacon.tech/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/#O_que_e_limitacao_de_potencia_por_setpoint\" >O que \u00e9 limita\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia por setpoint<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/hacon.tech/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/#Por_que_o_controle_deve_acontecer_no_ponto_de_conexao\" >Por que o controle deve acontecer no ponto de conex\u00e3o<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/hacon.tech/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/#Como_funciona_a_arquitetura_de_controle\" >Como funciona a arquitetura de controle<\/a><ul class='ez-toc-list-level-3' ><li class='ez-toc-heading-level-3'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/hacon.tech/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/#Setpoint_fixo_ajustavel_e_integracao_supervisoria\" >Setpoint fixo, ajust\u00e1vel e integra\u00e7\u00e3o supervis\u00f3ria<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/hacon.tech/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/#Controle_ativo_e_ANSI_32_nao_tem_a_mesma_funcao\" >Controle ativo e ANSI 32 n\u00e3o t\u00eam a mesma fun\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/hacon.tech/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/#O_que_define_o_sucesso_na_homologacao\" >O que define o sucesso na homologa\u00e7\u00e3o<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1 ez-toc-heading-level-2'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/hacon.tech/blog\/limitacao-de-potencia-por-setpoint\/#Quando_a_limitacao_por_setpoint_faz_sentido\" >Quando a limita\u00e7\u00e3o por setpoint faz sentido<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_que_e_limitacao_de_potencia_por_setpoint\"><\/span>O que \u00e9 limita\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia por setpoint<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A limita\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia por setpoint \u00e9 uma estrat\u00e9gia de controle em que a gera\u00e7\u00e3o fotovoltaica recebe um teto de exporta\u00e7\u00e3o ativa para a rede. Esse teto, expresso normalmente em kW, \u00e9 configurado no controlador de planta conforme a condi\u00e7\u00e3o estabelecida no parecer de acesso, no projeto el\u00e9trico ou na estrat\u00e9gia operacional do consumidor.<\/p>\n<p>Se o setpoint for 0 kW, a aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 de exporta\u00e7\u00e3o zero ou n\u00e3o inje\u00e7\u00e3o. Se for 100 kW, por exemplo, a usina pode consumir toda a gera\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para a carga interna e exportar apenas at\u00e9 100 kW. Acima desse ponto, o controlador reduz proporcionalmente a refer\u00eancia de pot\u00eancia dos inversores.<\/p>\n<p>A l\u00f3gica \u00e9 simples na teoria: medir o fluxo no ponto de conex\u00e3o, comparar o valor medido com o limite e comandar a gera\u00e7\u00e3o. Na pr\u00e1tica, o resultado depende da qualidade da medi\u00e7\u00e3o, da velocidade de comunica\u00e7\u00e3o, da parametriza\u00e7\u00e3o dos equipamentos e da resposta conjunta de todos os inversores instalados.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Por_que_o_controle_deve_acontecer_no_ponto_de_conexao\"><\/span>Por que o controle deve acontecer no ponto de conex\u00e3o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>O consumo da unidade \u00e9 vari\u00e1vel. Uma ind\u00fastria pode desligar uma carga relevante em segundos; um supermercado pode alterar o perfil de demanda conforme a opera\u00e7\u00e3o de refrigera\u00e7\u00e3o; um centro de distribui\u00e7\u00e3o pode ter picos e quedas associados ao processo produtivo. Se a usina estiver gerando pr\u00f3xima \u00e0 pot\u00eancia m\u00e1xima, qualquer redu\u00e7\u00e3o abrupta de carga pode converter autoconsumo em exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por isso, limitar cada inversor a uma pot\u00eancia fixa n\u00e3o resolve, por si s\u00f3, a restri\u00e7\u00e3o de acesso. Essa abordagem ignora o que efetivamente ocorre entre a instala\u00e7\u00e3o e a rede da distribuidora. Uma planta de 550 kW, por exemplo, pode operar sem exportar quando a carga local \u00e9 de 700 kW. Mas, se a carga cair para 300 kW, haver\u00e1 potencial de inje\u00e7\u00e3o de aproximadamente 250 kW caso o controle n\u00e3o intervenha.<\/p>\n<p>O SCRPI, integrado ao PPC-GD, mede continuamente o fluxo no ponto de conex\u00e3o. A partir dessa leitura, o controlador calcula a pot\u00eancia dispon\u00edvel para os inversores e ajusta o comando de gera\u00e7\u00e3o em tempo real. O objetivo \u00e9 manter a exporta\u00e7\u00e3o dentro do setpoint, sem desperdi\u00e7ar gera\u00e7\u00e3o quando h\u00e1 carga para absorv\u00ea-la.<\/p>\n<p>Essa diferen\u00e7a \u00e9 decisiva para homologa\u00e7\u00e3o e desempenho financeiro. O sistema n\u00e3o opera com uma limita\u00e7\u00e3o cega e permanente. Ele usa o limite de rede como refer\u00eancia e explora o autoconsumo poss\u00edvel em cada instante.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Como_funciona_a_arquitetura_de_controle\"><\/span>Como funciona a arquitetura de controle<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>Em uma aplica\u00e7\u00e3o t\u00edpica, os transformadores de corrente e a medi\u00e7\u00e3o s\u00e3o instalados no ponto de conex\u00e3o definido pelo projeto. O controlador recebe as grandezas el\u00e9tricas, identifica o sentido e a magnitude do fluxo de pot\u00eancia e compara o resultado com o setpoint configurado.<\/p>\n<p>Quando a exporta\u00e7\u00e3o se aproxima do limite, o PPC-GD envia comandos de redu\u00e7\u00e3o aos inversores. Quando a carga volta a crescer, o sistema libera pot\u00eancia gradualmente para aproveitar a irradia\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel. Esse ciclo precisa ser est\u00e1vel: um controle lento pode permitir ultrapassagens; um controle agressivo demais pode provocar oscila\u00e7\u00f5es e cortes desnecess\u00e1rios de gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o usualmente ocorre por RS485\/Modbus, com integra\u00e7\u00e3o dos inversores em uma mesma rede l\u00f3gica de controle. Em plantas com mais de um fabricante, a capacidade de interpretar e enviar comandos a equipamentos distintos \u00e9 determinante. Trocar inversores apenas para obter uma fun\u00e7\u00e3o de limita\u00e7\u00e3o pode elevar custo, ampliar prazo de obra e criar retrabalho sem necessidade.<\/p>\n<p>A proposta do PPC-GD \u00e9 direta: um controlador, qualquer inversor. A planta pode reunir at\u00e9 30 inversores, inclusive de marcas e modelos diferentes, sob uma \u00fanica arquitetura de medi\u00e7\u00e3o e comando. Isso centraliza a l\u00f3gica operacional sem exigir a substitui\u00e7\u00e3o de ativos j\u00e1 previstos ou instalados.<\/p>\n<h3><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Setpoint_fixo_ajustavel_e_integracao_supervisoria\"><\/span>Setpoint fixo, ajust\u00e1vel e integra\u00e7\u00e3o supervis\u00f3ria<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n<p>O setpoint pode ser fixo quando a distribuidora estabelece um limite permanente de exporta\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m pode ser ajust\u00e1vel, por interface local ou por integra\u00e7\u00e3o a SCADA\/EMS, quando a estrat\u00e9gia do empreendimento exige diferentes condi\u00e7\u00f5es operacionais.<\/p>\n<p>Em consumidores do Grupo A e projetos associados ao Mercado Livre de Energia, essa flexibilidade ganha relev\u00e2ncia. A opera\u00e7\u00e3o pode precisar respeitar limites de conex\u00e3o, premissas de demanda, metas de autoconsumo ou comandos de uma camada supervis\u00f3ria. O controlador deve receber essa refer\u00eancia sem perder a capacidade de reagir localmente \u00e0s mudan\u00e7as r\u00e1pidas de carga.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma diferen\u00e7a relevante entre comando supervis\u00f3rio e prote\u00e7\u00e3o. O SCADA pode definir uma estrat\u00e9gia de opera\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o deve ser o \u00fanico recurso para impedir exporta\u00e7\u00e3o indevida. A camada local de controle precisa continuar respondendo com autonomia, pois atrasos de rede, falhas de comunica\u00e7\u00e3o externa ou indisponibilidade do supervis\u00f3rio n\u00e3o podem comprometer a condi\u00e7\u00e3o exigida no ponto de conex\u00e3o.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Controle_ativo_e_ANSI_32_nao_tem_a_mesma_funcao\"><\/span>Controle ativo e ANSI 32 n\u00e3o t\u00eam a mesma fun\u00e7\u00e3o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>\u00c9 comum tratar a prote\u00e7\u00e3o ANSI 32 e a limita\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia como se fossem alternativas equivalentes. N\u00e3o s\u00e3o. A ANSI 32 \u00e9 uma prote\u00e7\u00e3o direcional de pot\u00eancia, usada para detectar uma condi\u00e7\u00e3o de fluxo reverso ou exporta\u00e7\u00e3o acima da l\u00f3gica ajustada e atuar conforme a filosofia de prote\u00e7\u00e3o do projeto.<\/p>\n<p>J\u00e1 a limita\u00e7\u00e3o por setpoint \u00e9 um controle ativo e cont\u00ednuo. Ela modula a gera\u00e7\u00e3o antes que a condi\u00e7\u00e3o se torne uma ocorr\u00eancia de prote\u00e7\u00e3o. Em uma arquitetura bem definida, as duas fun\u00e7\u00f5es podem coexistir: o PPC-GD controla a pot\u00eancia para manter o limite operacional, enquanto a ANSI 32 atua como camada de seguran\u00e7a diante de falhas, desvios ou condi\u00e7\u00f5es anormais.<\/p>\n<p>Usar somente a prote\u00e7\u00e3o para lidar com uma restri\u00e7\u00e3o recorrente tende a produzir desligamentos e perda de gera\u00e7\u00e3o. Usar somente o controle, sem avaliar as exig\u00eancias de prote\u00e7\u00e3o da concession\u00e1ria e do projeto, pode deixar lacunas de seguran\u00e7a. A solu\u00e7\u00e3o correta depende do diagrama unifilar, da tens\u00e3o de conex\u00e3o, dos requisitos da distribuidora e da filosofia de opera\u00e7\u00e3o da planta.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"O_que_define_o_sucesso_na_homologacao\"><\/span>O que define o sucesso na homologa\u00e7\u00e3o<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>A distribuidora n\u00e3o avalia apenas a inten\u00e7\u00e3o de n\u00e3o exportar. Ela precisa ter evid\u00eancia de que o sistema mede, controla e protege a conex\u00e3o de forma confi\u00e1vel. Em projetos com rede saturada, a documenta\u00e7\u00e3o e o comissionamento devem demonstrar coer\u00eancia entre arquitetura, ajustes e comportamento de campo.<\/p>\n<p>Os pontos que mais merecem aten\u00e7\u00e3o s\u00e3o a posi\u00e7\u00e3o correta da medi\u00e7\u00e3o, a polaridade dos transformadores de corrente, a identifica\u00e7\u00e3o do sentido de pot\u00eancia, os tempos de resposta, os ajustes do setpoint e a valida\u00e7\u00e3o dos comandos em todos os inversores. Um erro de fase, uma medi\u00e7\u00e3o instalada no barramento errado ou um inversor fora da rede Modbus podem invalidar uma solu\u00e7\u00e3o que, no papel, parecia adequada.<\/p>\n<p>O comissionamento deve simular varia\u00e7\u00f5es de carga e verificar o comportamento da exporta\u00e7\u00e3o no ponto de conex\u00e3o. N\u00e3o basta confirmar que os inversores receberam o comando de redu\u00e7\u00e3o. \u00c9 necess\u00e1rio comprovar que a pot\u00eancia efetivamente entregue \u00e0 rede permaneceu no limite definido, considerando a din\u00e2mica real da instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Quando_a_limitacao_por_setpoint_faz_sentido\"><\/span>Quando a limita\u00e7\u00e3o por setpoint faz sentido<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n<p>Essa solu\u00e7\u00e3o \u00e9 especialmente indicada para usinas em baixa e m\u00e9dia tens\u00e3o que recebem pareceres com limite de inje\u00e7\u00e3o, para amplia\u00e7\u00f5es de gera\u00e7\u00e3o em alimentadores saturados e para plantas em que o autoconsumo \u00e9 alto, mas vari\u00e1vel. Tamb\u00e9m \u00e9 uma alternativa objetiva para empreendimentos acima de 75 kW em m\u00e9dia tens\u00e3o que precisam apresentar uma arquitetura de controle tecnicamente defens\u00e1vel.<\/p>\n<p>Ela n\u00e3o elimina a necessidade de an\u00e1lise el\u00e9trica. Se a carga m\u00ednima for muito baixa em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pot\u00eancia fotovoltaica, a usina poder\u00e1 sofrer cortes frequentes de gera\u00e7\u00e3o, mesmo com o controle funcionando perfeitamente. Nesse cen\u00e1rio, vale comparar a energia potencialmente limitada com alternativas como redimensionamento da planta, gest\u00e3o de cargas, armazenamento ou revis\u00e3o da estrat\u00e9gia de conex\u00e3o.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o tamb\u00e9m depende do perfil de consumo. Uma f\u00e1brica com demanda diurna est\u00e1vel tende a aproveitar melhor a gera\u00e7\u00e3o limitada por setpoint do que uma instala\u00e7\u00e3o cuja carga cai nos hor\u00e1rios de maior irradi\u00e2ncia. O controlador resolve a restri\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o cria consumo onde ele n\u00e3o existe.<\/p>\n<p>Para integradores, EPCs e projetistas, a quest\u00e3o central \u00e9 transformar uma exig\u00eancia de rede em uma solu\u00e7\u00e3o verific\u00e1vel em campo. Medi\u00e7\u00e3o no ponto de conex\u00e3o, comando multimarca, resposta r\u00e1pida, prote\u00e7\u00e3o coordenada e documenta\u00e7\u00e3o de comissionamento formam o conjunto que sustenta a aprova\u00e7\u00e3o e a opera\u00e7\u00e3o. Quando cada elemento \u00e9 tratado como parte do mesmo sistema, a restri\u00e7\u00e3o deixa de ser um impeditivo e passa a ser uma premissa de engenharia para viabilizar a usina.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda a limita\u00e7\u00e3o de pot\u00eancia por setpoint, como o PPC-GD controla inversores e viabiliza usinas em redes com restri\u00e7\u00e3o de inje\u00e7\u00e3o na GD brasileira.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":183,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-182","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tecnico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/182","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=182"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/182\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":189,"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/182\/revisions\/189"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/183"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=182"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=182"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/hacon.tech/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=182"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}